quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Técnica x Unção


    O que devo enfatizar no meu ministério a técnica ou a unção? Muitas pessoas ficam em dúvidas em relação a este assunto, não sabendo em que área deve investir mais. A questão muitas vezes, chega a gerar desequilíbrio em alguns ministérios, como se a técnica não pudesse andar junto com a unção, ou vice versa. Mas afinal, o que é técnica e o que é unção?
Técnica:
Técnica: Jeito ou modo de se fazer determinada coisa. Previamente estudado e estabelecido como ideal.
“Entoai-lhe um novo cântico, tangei com arte e com júbilo.”  Sl 33:3
Este texto nos mostra que Deus nos chamou a fazer sua obra com excelência de atuação e com intensidade de coração. Esta intensidade também deve ser refletida, na busca de melhorar cada dia mais para que o nome do Senhor possa ser glorificado. Devemos buscar ser os melhores naquilo que fazemos pra Deus, não melhores que os outros, mas melhores que nós mesmos. Se dancei, cantei ou pintei um quadro hoje, amanhã vou fazer melhor, com mais excelência natural e espiritual.  Com a técnica, você ganha aqueles que ainda só sabem ver o exterior. A técnica se transforma em isca para ganharmos os perdidos.
Certa vez, fizemos um espetáculo chamado “o Verbo”,chamamos para dançar conosco, uma bailarina evangélica muito conhecida no meio secular. Esta bailarina está sendo considerada uma das 3 melhores do País. Por causa dela, o teatro ficou lotado no dia da apresentação. Os bailarinos da cidade disputaram os ingressos para ver a atuação daquela moça. O que eles não sabiam é que não apresentaríamos somente a atuação de uma famosa bailarina, mas apresentaríamos alguém que poderia mudar a vida deles: Jesus Cristo. Com certeza, os bailarinos não crentes da cidade, nunca iriam ao teatro para ver uma apresentação evangélica de dança, mas iriam para ver alguém famoso.  Aquela bailarina estava sendo uma bela isca, ela sabia disto e ficou muito feliz por poder ser usada por Deus no seu dom. Tivemos muitos testemunhos de pessoas que foram tocadas por Deus naquele dia.
Deus nos deu habilidades, mas estas habilidades precisam ser desenvolvidas. Por exemplo, nascemos com a habilidade e o potencial para andar, mas precisamos nos esforçar, ter determinação e disposição até para  levar alguns tombos, para que então, consigamos caminhar adequadamente.
Por outro lado, ter técnica e não ter unção, não cumpre o propósito de Deus, pois não dá espaço para Ele agir. Vamos estudar um pouco sobre a unção.
Unção:
Unção: Separação, marca, selo de Deus, capacitação sobrenatural de Deus em nós. É a própria presença de Deus naquilo que fazemos para Ele.
Deus nos dá habilidades e à medida que buscamos, Ele derrama uma habilidade espiritual sobre a natural, isto se chama unção:
“Eis que chamei pelo nome a Bezalel… e o enchi do Espírito de Deus, de habilidade, de inteligência e de conhecimento, em todo artifício, para… e dei habilidade a todos os homens hábeis, para que me façam tudo o que tenho ordenado.” Ex 31: 1,3,6
Já vi muitas pessoas cantarem e dançarem sem unção e isso realmente não produz vida, às vezes até emociona se tiver beleza e expressão, mas não produz nada de novo na nossa vida.
Às vezes corremos o risco de produzir movimento humano, em lugar do mover de Deus. Isso pode acontecer quando ao ministrarmos e não percebermos a unção, acabamos então usando de artifícios naturais para produzir emoção nas pessoas. Isso quase sempre acontece de forma inconsciente. Ninguém que se diz servo de Deus, tem a intenção clara no seu coração, de fazer algo deste tipo! O que devemos fazer é questionar, se estamos mexendo com as emoções das pessoas, ou se estamos deixando Deus agir. Este tipo de erro geralmente acontece, quando estamos muito seguros naquilo que sabemos fazer e não dependemos mais de Deus, quando não oramos como antes, já não estando mais tão quebrantados e desejosos do mover de Deus.
A unção permite que Deus nos use. Que a nossa arte tenha como que o Seu “carimbo”, com a Sua assinatura embaixo daquilo que fazemos pra Ele. Sem ela, nossa arte fica sem sentido, cheia de nós mesmos e desta forma, não temos nada de bom para oferecer.
Baseado nesta análise, percebemos que para um ministério ser excelente, técnica e unção devem andar juntas. Sem a técnica, você fica limitado e dá menos espaço pra Deus te usar, sem a unção a obra fica vazia e não pode fazer diferença na vida das pessoas.
Devemos então:
-Procurar nos desenvolver naquilo em que temos habilidade.
“Não te faças negligente para com o dom que há ti…” I Tm 4:14
-Pagar o preço pela unção, com vida de oração, santidade, glorificando a Deus, colocando-O em primeiro lugar na nossa arte.


Fonte: CiaRhema.com.br

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Qual é a sua motivação?


Se alguém te perguntasse hoje qual é a motivação da sua vida,
o que você iria responder?

      Talvez a resposta de alguns fosse a família, o ministério, o trabalho, amigos e, para alguns, até poderia ser o dinheiro. Mas se a sua resposta fosse uma dessas que eu acabei de falar, eu preciso lhe dizer: A sua motivação de vida está errada! Porque isso tudo você recebeu de Deus.

Na verdade, Deus está acima de todas essas motivações. Ele precisa ser O motivo e a razão das nossas vidas. E isso nós podemos perceber com a declaração que está na Palavra: “Louvarei ao Senhor durante a minha vida; cantarei louvores ao meu Deus enquanto viver”, para o salmista, não existe outra motivação, outra razão para viver. Enquanto ele tivesse fôlego de vida, continuaria louvando ao Senhor.

Faça você o mesmo! Independentemente das circunstâncias, louve ao Senhor. Ele merece a sua adoração!

“Louvarei ao Senhor durante a minha vida; cantarei louvores ao meu Deus enquanto viver” (Salmos 146:2)

quinta-feira, 14 de março de 2013

Reavivamento Que Levanta Profetas


I Reis 16:34 e 17:1

Introdução: O profeta Elias foi um homem que surgiu a partir da revelação em seu coração de que Deus estava vivo e não morto como muitos pensavam. Conforme 1 Reis 16.34, houve um homem chamado Hiel que sofreu a morte do seu filho mais velho no tempo em que estava lançando os fundamentos da cidade de Jericó, para reconstruí-la, e; por ocasião da conclusão da obra, quando colocavam as portas da cidade, morreu-lhe o filho mais novo. Tudo aconteceu de acordo com o que fora profetizado, a mais ou menos 100 anos, por Josué referente a qualquer pessoa que empreendesse o trabalho de reconstrução de Jericó (Josué 6:26). O ocorrido se deu nos dias de Elias, e com base no que ele pôde perceber de toda a situação, extraímos lições que continuam vivas até hoje.

1. NÃO PODEMOS VIVER COMO SE DEUS ESTIVESSE MORTO.
Em seus dias Hiel, o betelita, edificou a Jericó; em Abirão, seu primogênito, a fundou, e em Segube, seu filho menor, pôs as suas portas (I Re 16:34). Hiel Significa “Deus Vive”; no entanto, ao reconstruir uma cidade que Deus havia dito para não reconstruir, ele agiu como se Deus estivesse morto ou não mais se importando com o que havia dito. O preço que ele pagou por ignorar a existência divina e o poder da Sua Palavra foi a vida de seus dois filhos. Muitas pessoas ainda hoje levam o nome de Deus nos lábios, nos carros, no pescoço, ou até mesmo no próprio nome; mas vivem como se Ele não existisse. Elias não fez assim, e por isso teve a sua vida totalmente transformada.

2. A PALAVRA DE DEUS ESTÁ VIVA HOJE!
Quando o profeta Elias, diante do Rei Acabe, profetizou a seca por um período de 3 anos, ele foi muito claro ao dizer ao Rei: “Vive o Senhor Deus de Israel, perante cuja face estou, que nestes anos nem orvalho nem chuva haverá...” (I Re 17:1). O caso com os filhos de Hiel se deu nos dias de Elias. Ele observou tudo e certamente chegou à conclusão que a Palavra de Deus continuava viva e ativa em sua geração. Se a profecia de Josué se cumpriu naquele tempo, todas as demais palavras divinas se cumpririam igualmente. Aqueles eram dias difíceis na relação espiritual do povo com Deus. Tempos de idolatria, afastamento de Deus e indiferença. Como consequência desse tipo de pecado na nação de Israel atrairia as maldições pronunciadas em Deuteronômio 28:21-22 – “E os teus céus, que estão sobre a cabeça, serão de bronze; e a terra que está debaixo de ti, será de ferro. O Senhor dará por chuva sobre a tua terra, pó e poeira; dos céus descerá sobre ti, até que pereças.” Foi com base no comportamento de Israel e nas exigências divinas que Elias não hesitou em proclamar ausência de chuva sobre Israel diante do rei Acabe. Se Josué 6:26 se cumpriu na família de Hiel, Deuteronômio 28:21-22 também se cumpriria com a nação. Para nós que vivemos nos dias de hoje não é diferente. O Deus dos dias de Josué e de Elias continua vivo hoje e cumprindo a Sua Palavra da mesma forma. Cabe a nós abraçarmos suas promessas ou seus juízos mencionados nas Escrituras, aplicando profeticamente essas verdades para a demolição dos projetos malignos e estabelecimento das colunas divinas.

3. DEUS SE ALEGRA MESMO É COM A RETOMADA DAS CHUVAS.
Na mediada em que reconhecermos a soberania d Deus em nossas vidas e nos curvamos diante dEle, inevitavelmente Deus transformará maldições em bençãos e terras secas em mananciais de água (I Re 18:39 e 41). As duas experiências relatadas anteriormente referentes à casa de Hiel e à retenção das chuvas foram consequência do juízo divino profetizado em tempos remotos. Porém, havia muitas promessas positivas de bênção que poderiam se cumprir da mesma forma nos tempos de Elias. Ele sabia quais eram essas promessas e também buscava seu cumprimento. Se houver arrependimento e quebrantamento de coração, retorno ao Senhor, a chuva do reavivamento será liberada novamente, conforme Deuteronômio 11:13 e 14. Elias, grande esforço na tentativa de levar toda a nação ao arrependimento, conseguiu uma grande declaração de fé: “Só o Senhor é Deus! Só o Senhor é Deus!”. Em seguida declarou sem titubear ‘o ruído de abundante chuva’. Assim será em sua vida quando você decidir desfrutar das promessas que lhe estão disponíveis. Haverá sobre você ruído de abundante chuva de bênçãos! Reavivamento, revestimento e dons espirituais serão evidenciados em sua vida (2 Cr 7:14).


CONCLUSÃO: Jesus Cristo está vivo e suas palavras continuam tendo o mesmo poder que no passado. Não podemos viver como se Deus não existisse ou como se suas Palavras não tivessem mais valor. A promessa diz respeito a todos quanto o Senhor nosso Deus chamar (At 2:39).


Divulgação: estudosgospel.com.br